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Ruben Amorim chega à primeira pausa para compromissos internacionais da nova temporada desportiva de 2026/27 com um saldo de três vitórias, dois empates e uma derrota (imposta pelo Benfica, no arranque da fase de liga da Liga Europa, em pleno Stadio Giuseppe Meazza, por 0-2) no comando técnico do AC Milan, e tarda em ser reconhecido como uma figura unânime.
Esta quarta-feira, em declarações prestadas ao portal italiano Milan News, o antigo internacional transalpino Antonio di Gennaro fez um balanço positivo dos primeiros meses do treinador português no banco do emblema rossonero, mas sublinhou que este não pode dar-se ao luxo de pedir "tempo" para colocar em prática o sistema tático que tem em mente para este novo desafio.
"O tempo, no AC Milan, é sempre relativo. Num grande clube, nem sempre o tens... Amorim foi corajoso a implementar as suas ideias, e o plantel desde ano é melhor em relação ao da temporada anterior. Contrataram [Gonçalo] Ramos, mas pagaram demasiado. Espero um AC Milan a lutar pelo quarto lugar, mas com o objetivo de vencer e dar espetáculo, como constou sempre no seu ADN", começou por afirmar.
"O objetivo do AC Milan é lutar pelo quarto lugar e regressar à Liga dos Campeões. É uma competição que dá dinheiro e prestígio, vai ser fundamental para os rossoneri, ainda que, mesmo na Liga Europa, a equipa de Amorim possa chegar ao fim. No entanto, trata-se de uma competição exaustiva. [Christian] Pulisic continua a ser um jogador imprescindível", prosseguiu.
"Contra o Lecce [triunfo, por 3-0], assinou um golo fabuloso, com um magnífico toque no ar. É um bom jogador, porque ultrapassa os adversários e é sempre dinâmico, ofensivo. [Adrien] Rabiot e [Luka] Modric também continuam a ser referências-chave do AC Milan, mas devo admitir que [Diego] Moreira e Mario Gila me agradam muitíssimo. O espanhol é um defesa completo e verdadeiramente inteligente", completou.
Após a interrupção competitiva, o calendário vai 'apertar' de sobremaneira para o AC Milan, que irá disputar, nada mais, nada menos, do que nove partidas no espaço de menos de um mês. Um ciclo 'infernal' que irá começar a desenhar-se às 17h00 (hora de Portugal Continental) de 11 de outubro, com o embate com o Sassuolo, no Città del Tricolore.
Seguir-se-ão jogos com Salzburgo (a 15 de outubro, na Red Bull Arena), Atalanta (a 18 de outubro, no Stadio Giuseppe Meazza), Bournemouth (a 22 de outubro, no Vitality Stadium), Udinese (a 25 de outubro, no Stadiu Friuli), Bologna (a 28 de outubro, no Stadio Giuseppe Meazza), Internazionale (a 31 de outubro, no Stadio Giuseppe Meazza), Ferencváros (a 5 de novembro, no Stadio Giuseppe Meazza) e Genoa (a 8 de novembro, no Stadio Comunale Luigi Ferraris).
Uma sequência de jogos importante, numa altura em que os rossoneri ocupam o quinto lugar da Serie A (com 11 pontos conquistados ao cabo de cinco jornadas) e o 31.º da fase de liga da Liga Europa (com a contagem ainda a 'zeros').
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