A fundista garantiu a primeira medalha para Angola ao concluir a prova em 10min02s69, numa das distâncias mais exigentes da competição, devido ao elevado grau de resistência que requer.

Em declarações ao Jornal de Angola, Rhanya Santo considerou o percurso bastante exigente, sobretudo pelo nível das adversárias.

“Foi uma prova muito boa, disputada contra adversárias muito fortes. A minha maior dificuldade foi a altitude, que me deixou bastante cansada logo nos primeiros metros e me causou algumas dificuldades respiratórias”, explicou.

A fundista contou que, apesar das dificuldades sentidas ,durante o percurso, procurou manter a concentração e conseguiu recuperar posições na parte final da prova.

“Foi difícil, mas consegui manter o foco, recuperar posições ao longo da prova e, nos últimos metros, dei o meu máximo para conquistar um lugar no pódio”, realçou.
Por sua vez, o treinador Artur Henriques deixou uma mensagem de incentivo aos atletas.

“Desejo a todos os atletas o máximo empenho. Que possam dar o seu melhor, representar o país da melhor forma possível e fazer com que todos nós nos sintamos orgulhosos”, disse.

Em Gaborone, a delegação nacional é chefiada pela vogal da direcção da Federação Angolana de Natação, Shanny Vidal.

Artur Henriques, coadjuvado por Reis Século, orienta o grupo masculino, constituído por Carlos Fernandes, Guilherme Sousa, Marco Furtado, Mário Baptista, Danilson Silva, Lucas, Rui Abril Palha, Bruno Azevedo, Uami Sousa, Lírio Almeida e David Pinto.

Na classe feminina, integram a Selecção Nacional Rhanya Santo, Maria Parimbelli, Chelsea Vunge, Kaila Santos, Wezza Morais, Wendy Morais, Isis Palha, Beatriz Scott, Kayla N´Teka e Ana Palha.