Em documento enviado ao Jornal de Angola, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos esclarece que a referida infra-estrutura, inaugurada pelo ministro Marcy Lopes, contrariamente ao que foi publicada na edição do dia 26 de Agosto de 2026, não tem capacidade exclusiva de atender apenas 30 pessoas por dia em cada repartição, tal como avançou este diário.
No mesmo documento é esclarecido, igualmente, que o espaço, onde funciona o Centro foi disponibilizado, sem custo, pela Câmara de Comércio Angola - China, no âmbito da parceria estabelecida com o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, para a instalação e funcionamento dos Serviços de Justiça.
Contrariamente ao valor mencionado na referida peça (80 milhões de dólares) publicada pelo jornal, atribuído ao custo da infra-estrutura, não corresponde ao valor da parceria estabelecida entre as duas instituições.
Com o alargamento desses serviços, refere o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, pretende-se continuar a criar serviços de proximidade junto das residências dos cidadãos, e impedir que os munícipes tenham de percorrer vários quilómetros para ter acesso aos serviços que pretendem tratar em instituições do Estado.

