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Em comunicado, a Guarda Revolucionária declarou que os dois navios tinham solicitado ao Exército norte-americano permissão para transitar por uma rota ilegal antes de "atingirem minas e explodirem", acrescentando que as duas embarcações, que ainda não foram identificadas, "estão neste momento em chamas".

Entretanto, a empresa de navegação estatal saudita Bahri disse que dois marinheiros filipinos morreram no ataque de segunda-feira contra um navio-tanque no estreito de Ormuz.

Na terça-feira, a agência marítima grega Marisks tinha anunciado que o petroleiro tinha sido atingido por projéteis de origem desconhecida à saída do estreito.

Além do "Sidr", também o navio-tanque "Senegal", com pavilhão da Libéria, foi alvo de um ataque, segundo a mesma fonte.

Teerão bloqueia o estreito de Ormuz desde o início da guerra desencadeada no final de fevereiro pelos ataques israelitas e norte-americanos contra o Irão.

Na sequência do conflito, o Irão pretende cobrar taxas de serviço na rota marítima de Ormuz, onde a navegação era anteriormente livre.

Os Estados Unidos recusaram a medida iraniana e impuseram um bloqueio aos portos iranianos.

Recentemente, a administração norte-americana decidiu também intensificar a pressão económica anunciando novas sanções contra os parceiros comerciais do Irão.

Segundo o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a economia iraniana está a "entrar em colapso total".

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