O Modo Escuro é sustentável e inteligente! Com o apoio do Poupança no Minuto, onde a poupança vai muito além do ecrã.
37º Última Hora Política Economia Desporto Fama País Mundo Tech Cultura Lifestyle Auto
Vucic já tinha anunciado no dia 20 que anteciparia as eleições previstas para o final de 2027 em quase um ano, e especulou sobre a possibilidade de se candidatar, mas agora confirmou a sua candidatura, relatou hoje a imprensa local.
O chefe de Estado, que terá de renunciar a este cargo para se candidatar ao parlamento, adiantou na sexta-feira à noite que confirmará a data das eleições na próxima semana, a realizar-se nas últimas duas semanas de outubro.
No final de junho, anunciou a intenção de deixar a presidência "dentro de poucas semanas", em plena vaga de protestos estudantis contra o seu Governo, algumas reprimidas com violência pelas forças de segurança.
Uma sondagem recente atribui ao partido de Vucic, o SNS (Partido Progressista Sérvio, no governo desde 2012), 35,7% dos votos, atrás dos 45% da Lista de Estudantes, uma candidatura composta por estudantes universitários que lideram protestos cidadãos massivos contra o Governo há quase dois anos.
Vucic foi ministro da Informação (1998-2000) sob o regime autoritário de Slobodan Milosevic, embora mais tarde tenha evoluído para posições mais pró-europeias e moderadas.
No entanto, nos últimos anos voltou a ser mais nacionalista e tem-se distanciado da União Europeia, apesar de a Sérvia ser país candidato à adesão desde 2012. Ao mesmo tempo, mantém uma proximidade com a Rússia.
O Presidente afirmou que, se for eleito chefe de governo, será o último cargo que ocupará. Se vencer e completar a próxima legislatura, terá passado 16 anos como o homem forte da Sérvia.
Vucic foi primeiro-ministro entre 2014 e 2017, quando foi eleito presidente, e em 2022 foi reeleito para um segundo e último mandato devido a limitações constitucionais.
O líder nacionalista enfrentou várias vagas de protestos cidadãos desde que está no poder.
O mais numeroso começou em novembro de 2024, após a morte de 16 pessoas, quando uma cobertura colapsou numa estação de comboios em Novi Sad, que tinha acabado de ser remodelada por empresas chinesas.
O que começou como um protesto para exigir esclarecimento das responsabilidades levou a uma denúncia do que parte dos sérvios vê como crescente autoritarismo e corrupção do governo de Vucic.
Os protestos acabaram por forçar, em janeiro de 2025, a demissão do então primeiro-ministro, Milos Vucevic, que havia sido presidente da câmara de Novi Sad.
Leia Também: Vucic considera "estúpida" crítica da CE de glorificação de Mladic
Decoração de outono: Vista a casa com charme em tons castanhos e dourados
Certificado Banco de Portugal 100% Gratuito Estatuto editorial | Propriedade intelectual | Política de privacidade Ficha técnica | Contactos Menu

