Joana Torres disse que foram, igualmente, entregues 30.135 carteiras nas mais de 400 escolas públicas existentes na província.

“Temos cerca de 50 escolas em construção em toda a província, sendo que essas carteiras são sempre uma mais-valia para dar maior dignidade às instituições e aos alunos”, referiu. 

O município do Cazenga, referiu, recebeu o maior número, sendo 8.340 carteiras, a seguir os Mulenvos, com 7.600, o Hoji-ya-Henda com 5.500, Rangel, 3.013, Samba, 2.000, Sambizanga, 1.682, Belas e Kilamba Kiaxi, 1.000 cada.

Para este ano lectivo, foram, igualmente, distribuídas mil mesas e duas mil cadeiras escolares no município da Camama, duas mil mesas do pré-escolar e 372 cadeiras, no Hoji-ya-Henda, 500 mesas na Maianga e 87 no Rangel.

Gráficas clandestinas
A directora do Gabinete Provincial da Educação manifestou preocupação com a existência de gráficas clandestinas que reproduzem manuais escolares e comercializam nos mercados informais.

Joana Torres recomendou maior empenho das entidades fiscalizadoras, a fim de se regularizar a situação.

A responsável aconselhou os pais e encarregados de educação a primarem pela legalidade e aguardar pela entrega dos livros por parte das instituições de ensino.

O kit da iniciação até à 6.ª classe, composto por livros de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Geografia, História, Educação Moral e Cívica e Educação Manual e Plástica, está a custar entre 10 a 12 mil kwanzas no mercado informal.

Já os manuais do primeiro ciclo (7.ª, 8.ª e 9.ª) custam até 85 mil kwanzas.