Segundo a Africanews, Ravalomanana, que era aliado do então Presidente Andry Rajoelina, negou as acusações e anunciou que vai recorrer da sentença.

Os procuradores acusaram o antigo dirigente de ter ordenado às forças de segurança o uso da violência contra manifestantes durante os protestos de Setembro e Outubro de 2025.

As manifestações começaram devido à escassez de água e aos cortes de energia eléctrica, tendo provocado 22 mortos e mais de 100 feridos, segundo dados das Nações Unidas.

A onda de protestos contribuiu para a queda de Andry Rajoelina e para a ascensão ao poder do coronel Michael Randrianirina.

Ravalomanana encontra-se em prisão preventiva há sete meses. A defesa sustenta que não existem provas suficientes para sustentar as acusações. O tribunal rejeitou ainda uma acusação de ameaça de morte por prescrição.