Maurício Guimarães disse que a empresa actua no segmento de educação empresarial, trazendo para Angola uma metodologia desenvolvida no Brasil, adaptada à cultura empresarial angolana, com programas destinados a apoiar empresas de diferentes dimensões e sectores na melhoria dos seus modelos de gestão.

O gestor participou, também, no Fórum Económico Brasil-Angola, garantindo que um dos principais desafios enfrentados pelas empresas está relacionado com a capacidade da alta administração em assumir a liderança dos processos de transformação.

O gestor revelou, ainda, que o Grupo Acelerador movimentou cerca de 1,3 mil milhões de kwanzas em receitas em 2025.

Conforme advoga, a evolução da facturação é fruto da aposta feita no mercado angolano, em que a empresa realizou estudos antes de iniciar o seu alargamento para Angola.

Para Maurício Guimarães, a principal contribuição da empresa para a economia do país está na transferência de conhecimento e tecnologia de gestão, com o objectivo de ajudar as empresas nacionais a tornarem-se mais competitivas e preparadas para atrair investimento interno e externo. Explicou que os resultados dos programas variam de acordo com o nível de maturidade de gestão de cada empresa.

Já as empresas com maior maturidade, avançou, conseguem alcançar resultados mais sustentáveis num período mais curto. Defende, por isso, que estas não devem ser avaliadas apenas pelo desempenho financeiro. Entre os ganhos, podem constar o aperfeiçoamento da liderança, fortalecimento da cultura organizacional, modernização dos processos e melhoria da gestão, o que pode contribuir para o desempenho económico das empresas.