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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou o ataque terrorista de hoje contra uma igreja no centro da Jordânia, onde sete pessoas morreram e outras 34 ficaram feridas.
O diplomata português condenou "veementemente" o ataque que ocorreu enquanto se realizava um funeral na igreja, no município de Hamoud, na província de Karak.
Além disso, António Guterres transmitiu "as suas mais sentidas condolências" às famílias das vítimas e desejou uma "rápida recuperação" aos feridos, que hoje receberam a visita do rei da Jordânia, Abdala II.
"As Nações Unidas solidarizam-se com a Jordânia, com o seu Governo e com o seu povo", salientou o seu porta-voz, Stéphane Dujarric, que numa conferência de imprensa reiterou que "os ataques a locais de culto são inaceitáveis".
Guterres defendeu que os templos "devem ser lugares de paz e devem ser seguros para todos" e reclamou que os autores do atentado sejam identificados e levados à justiça.
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