Decorridas as jornadas, a turma da Polícia soma duas vitórias e uma derrota, com seis pontos, algo que não ocorria há quatro épocas.

Nos últimos anos, a formação comanda por Divaldo Alves teve um arranque de prova em falso, marcado entre desaires.

As mudanças na liderança técnica anos após anos, diga-se, não trouxeram resultados acalentadores. Pelo contrário, apenas decepções aos adeptos e a massa associativa.

Na temporada transacta, a equipa adstrita ao Ministério do Interior tinha apenas amealhado dois pontos, fruto de dois empates e uma derrota.

Na altura, o conjunto era orientado por Roque Sapiri, que seis meses antes rendeu no cargo Mateus Agostinho “ Bodunha”, despedido devido ao mau desempenho dos azuis e preto.
No Girabola 2024-2025, com o mesmo número de rondas, o Interclube obteve safra semelhante.

A equipa do Rocha Pinto iniciou a competição averbando derrota diante do Desportivo da Lunda Sul, 0-2, e de seguida redimiu-se ao suplantar o Académica do Lobito pelo mesmo desfecho.
Na ronda seguinte, o Interclube foi travado no Estádio 22 de Junho, à mercê do nulo(0-0) frente ao 1.° de Agosto.

Ao fim de três jornadas, a formação da Polícia tinha amealhado 4 pontos e ocupava a sétima posição na tabela classificativa.

Na época 2023-2024, a agremiação fundada a 28 de Fevereiro de 1976 teve um arranque titubeante no Girabola.

Na Huíla, o Interclube caiu aos pés do Desportivo local, por 1-0, e, em Luanda, baqueou frente ao Wiliete de Benguela, 1-3, e por último, foi arrancar um empate a zero bola (0-0) e contra FC Bravos do Maquis, no Moxico

Nessa fase, a equipa somava apenas um ponto e era o décimo terceiro classificado, à frente do Sporting de Cabinda e o Recreativo do Libolo.