Nomeados em Janeiro para a categoria internacional, os cinco juízes consideram que a capacitação permitiu aprofundar conhecimentos sobre as leis do jogo, aperfeiçoar a análise das situações de jogo e reforçar a preparação para os desafios das competições continentais.

Em entrevista ao Jornal de Angola, Laurinda Caluvi considerou a formação uma experiência marcante e revelou, que a meta passa, agora, por alcançar a categoria Elite A da arbitragem africana.

“Foi um curso proveitoso. A par dos conceitos ligados às leis do jogo, pude aprender sobre corrupção, segurança da partida e análise de situações. Deu para trocar experiências e conviver com diferentes culturas. Já não serei a mesma árbitra depois desta formação”, afirmou.

Ana Pumba assumiu o compromisso de trabalhar mais para dignificar o nome de Angola nas competições continentais.

“Agradeço a Deus pelas oportunidades que me tem dado. A formação foi boa e aprendi muita coisa. Daqui para frente, espero trabalhar e treinar mais, no sentido de colocar o nome do país na ribalta em todas as competições para as quais for nomeada”, sublinhou.

A árbitra assistente Marta Kana também considerou proveitosa a passagem pelo Cairo. Para a internacional angolana, o contacto com colegas de diferentes países permitiu aperfeiçoar conhecimentos e adquirir novas experiências.

“Aperfeiçoámos aquilo que já sabíamos e isso é sempre bom para a carreira. Não foi fácil lidar com os colegas no início, mas as coisas fluíram depois. Queremos exaltar o nome de Angola”, afirmou.

Para Edilson André, a formação promovida pela CAF representa mais um passo na preparação para alcançar os objectivos traçados a nível internacional. O árbitro espera receber uma oportunidade para actuar numa competição organizada pela CAF ou pela FIFA.