Na propaganda, a campanha de Lula apresenta Flávio como "funcionário fantasma", "denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa" e apanhado em flagrante pela Polícia Federal a pedir 134 milhões de reais (22,2 milhões de euros) no caso do escândalo Banco Master. Segundo o portal The Intercetp Brasil, Flávio pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, ex-banqueiro investigado por fraudes no Banco Master, para financiar o filme "Dark Horse", uma autobiografia sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro.
A propaganda exibida pela campanha de Lula também refere a homenagem de Flávio Bolsonaro, quando deputado estadual pelo Rio de Janeiro, ao miliciano Adriano da Nóbrega. A juíza Estela Aranha argumentou, na decisão consultada pela Lusa, que a propaganda constrói uma narrativa que associa Flávio Bolsonaro a organizações criminosas "sem indicação de qualquer dado concreto, investigação formal ou imputação jurídica que ampare as alegações".
“A propaganda não se limita à manifestação crítica acerca da trajectória pública do candidato. Ao contrário, apresenta ao eleitorado um suposto 'currículo' do representante, elaborado com aparência documental e associado à narração das imputações veiculadas”, escreveu.

