Diamantino Azevedo que falava na 28.ª Reunião de Ministros do Fórum dos Países Exportadores de Gás (GECF), afirmou que os desafios se assentam, principalmente no cumprimento das novas exigências e normas internacionais relativas a medição, monitorização, reporte e verificação (MRV) das emissões de metano.
“Esta exigência poderá o ter implicações relevantes no acesso aos mercados internacionais, na comercialização e na competitividade do gás natural”, afirmou, citado numa nota enviada ao JA Online.
O titular da pasta mineira e petrolífera, alertou que o novo contexto do sector, deve ser encarado não apenas como um desafio, mas também como uma oportunidade para se reforçar a eficiência e a sustentabilidade da indústria, promovendo a disseminação das melhores práticas entre os países membros do referido Fórum.
“Angola iniciou a produção de gás na o associado e a construção de uma fábrica de amónia e ureia para tornar-se autossuficiente e exportar. Angola pretende cada vez mais usar os seus recursos de gás para a sua industrialização”, concluiu.
O Fórum dos Países Exportadores de Gás reúne algumas das principais nações produtoras de gás do mundo e constitui uma importante plataforma de diálogo sobre investimento, segurança energética, cooperação internacional e desenvolvimento sustentável do sector.

